| Festa de São Joaquim, no Curiaú, encerra ciclo de novenas e batuque |
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Encerra amanhã (18), na comunidade quilombola
do Curiaú, as festividades em louvor a São Joaquim. A festa tradicional
iniciou no último dia 9.
Foram nove dias de novena e
programação cultural incluindo ladainhas, folias, batuque e levantamento
do mastro. É uma das mais importantes festas tradicionais da comunidade
do Curiaú. Na abertura houve um jantar e um batuque.
Segundo
conhecido “Proto-Evangelho de São Tiago”, São Joaquim e Santa Ana eram
os pais da bem-aventurada Virgem Maria. A esposa de Joaquim, após longa
esterelidade, obteve do Senhor o nascimento de Maria, que aos três anos
levou ao Templo, deixando-a ao serviço, cumprindo o voto feito.
Joaquim
é um nome bíblico que significa o homem a quem Jeová confirma. Há
vários personagens do antigo testamento com este nome e é citado por
Mateus e Lucas entre os antepassados de José.
O culto desses
dois santos desenvolveu-se no oriente a partir do século VI, e no
ocidente no século VII. No século XVI foi introduzida sua festa no
calendário litúrgico.
As festas de santo no Amapá já são
consideradas patrimônio imaterial. Muitas são centenárias, mantidas de
uma geração a outra, para dar continuidade à tradição. No Curiaú, são
seis os santos homenageados: Santo Antônio (junho), Santo Antônio da
Passagem (julho), São Joaquim (agosto), São José (Outubro), Nossa
Senhora de Guadalupe e Nossa Senhora da Conceição (ambas em dezembro).
Mas é a festa de Santa Maria que abre o calendário festivo naquela
comunidade, remanescente de quilombo.
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