Os eleitores amapaenses são, no geral, de baixo nível escolar, conforme dá para se deduzir de números e índices registrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passados pelo TRE-AP em relação ao pleito municipal de outubro próximo.

Para se ter uma ideia do baixo nível escolar do eleitorado amapaense, o número de analfabetos é mais alto do que os do que têm cursos superiores completos.

O número dos eleitores que só sabem ler e escrever é quase o dobro dos que têm cursos superiores completos e dos de cursos superiores incompletos, juntos.

O maior número de eleitores nos 16 municípios do Amapá, em grau de instrução, são de pessoas com o ensino fundamental incompleto. E o menor número, de homens e mulheres com cursos superiores incompletos.

Comparações
Os analfabetos representam 5,067% do universo de 448.018 eleitores distribuídos pelos 16 municípios do estado do Amapá. Eles são 10.798 homens e 11.896 mulheres.
Comparativamente, os analfabetos superam as pessoas com cursos superiores completos em 7.882 eleitores. É que os eleitores registrados na Justiça Eleitoral como formados em universidades são0 6.546 homens e 8.266 mulheres.

Se forem computados os eleitores que só sabem ler e escrever, a diferença entre os iletrados e letrados amapaenses sobe vertiginosamente a favor daqueles que não se dedicaram ou não se dedicam aos estudos.

Conforme o TSE, os eleitores que só sabem ler e escrever são em número de 47.319 – 26.414 homens e 20.905 mulheres. Aliás que somente entre os eleitores que sabem ler e escrever as pessoas do sexo feminino são em menor número do que as do sexo masculino.
Os analfabetos e as pessoas que só sabem ler e es-crever, somadas, chegam a 70.103 eleitores no Amapá contra apenas 26.467 formados em universidades junto com os que têm cursos superiores incompletos.

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