| Prefeitura contesta denúncia e apresenta documentação para retomar pregão eletrônico da saúde | ||||
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A
Prefeitura de Macapá, por meio da Coordenadoria de Comunicação,
esclareceu sobre a notícia veiculada a partir de decisão do juiz Luciano
Assis, que suspendeu processo licitatório da Secretaria Municipal de
Saúde, para contratação de empresa visando atender as unidades básicas
de saúde.
O
processo licitatório suspenso na decisão foi instaurado cumprindo
determinação do próprio poder judiciário, em decisões proferidas pela
desembargadora Sueli Pini e pelo juiz Mario Mazurek.
A
empresa que apresentou denúncia, Souza Costa e Costa Ltda, teve seu
contrato encerrado em abril deste ano. Com o objetivo de instaurar
processo licitatório sem prejuizo para o atendimento das unidades de
saúde, a Prefeitura abriu contratação emergencial enquanto durasse o
certame.
Na
ocasião, a empresa Criativa apresentou menor preço. A empresa Souza
Costa questionou em juizo a medida e teve garantido o direito de
retornar aos postos de trabalhos nas UBSs (mesmo sem contrato formal).
Na mesma decisão, a justiça determinou abertura de processo licitatório,
que estava sendo feito na modalidade pregão eletrônico, por se tratar
de recursos do SUS.
Novamente,
com o objetivo de tumulturar o processo, a empresa Souza Costa
ingressou com nova denúncia, recheada de informações fantasiosas e
inverídicas. Dentre as inverdades houve a denuncia de que uma empresa
estaria sendo beneficiada para vencer a licitação. A empresa citada
sequer adquiriu o edital.
A
Prefeitura de Macapá vai pedir em juizo que a empresa Souza Costa e
Costa Ltda prove as acusações formuladas contra o prefeito de Macapá,
sob pena de responder pelos crimes de calúnia e difamação.
Toda
a documentação referente ao pregão eletrônico que estava em curso já
foi remetida ao Ministério Público e ao poder judiciário. A expectativa é
que o processo licitatório seja retomado, sem prejuízo para as unidades
de saúde.
Prefeitura de Macapá
Coordenadoria de Comunicação
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