PM acompanha reintegração de posse
Famílias começaram a deixar condomínio ainda na madrugada.
Situação era tranquila na manhã desta quarta.
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A Polícia Militar acompanha nesta quarta-feira (27) a reintegração de posse de um conjunto de prédios na Zona Leste de São Paulo. Os policiais fizeram alguns bloqueios no trânsito. Cinco linhas de ônibus tiveram o trajeto alterado na região de Artur Alvim, como informou o Bom Dia São Paulo. Não foi registrado conflito no início da manhã.
Na manhã de terça-feira (26), moradores fizeram um protesto que interditou a Radial Leste por cerca de duas horas, na altura da Avenida Águia de Haia. Os sem-teto utilizaram ônibus biarticulados para bloquear os acessos da pista. Pelo menos quatro motoristas foram abordados pelos moradores dos prédios ocupados. Eles foram coagidos a manobrar os ônibus e a entregarem as chaves aos manifestantes. Após o encerramento do ato, as chaves foram devolvidas. Não há registro de danos aos coletivos.
Na manhã de terça-feira (26), moradores fizeram um protesto que interditou a Radial Leste por cerca de duas horas, na altura da Avenida Águia de Haia. Os sem-teto utilizaram ônibus biarticulados para bloquear os acessos da pista. Pelo menos quatro motoristas foram abordados pelos moradores dos prédios ocupados. Eles foram coagidos a manobrar os ônibus e a entregarem as chaves aos manifestantes. Após o encerramento do ato, as chaves foram devolvidas. Não há registro de danos aos coletivos.
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Cerca de 200 policiais foram mobilizados para acompanhar a ação, na Rua Peixoto Werneck. A maior parte dos moradores deixaram os prédios ainda durante a madrugada quando notaram a movimentação da polícia.
O Bom Dia São Paulo informou que cerca de 50 famílias ainda permaneciam no local por volta das 6h30 enquanto se organizavam para a retirada de seus pertences.
O Bom Dia São Paulo informou que cerca de 50 famílias ainda permaneciam no local por volta das 6h30 enquanto se organizavam para a retirada de seus pertences.
Os moradores dos conjuntos Campos do Jordão e Barra Bonita reclamam que representantes da Prefeitura não compareceram para oferecer abrigo ou cadastrá-los em projetos sociais. Os moradores disseram ao G1 que se instalaram nos prédios há cerca de um ano e quatro meses.
Os 11 prédios, com 220 apartamentos, pertencem à Caixa Econômica Federal e serão destinados a moradias populares de projetos sociais vinculados à Prefeitura da capital Paulista.
Os 11 prédios, com 220 apartamentos, pertencem à Caixa Econômica Federal e serão destinados a moradias populares de projetos sociais vinculados à Prefeitura da capital Paulista.

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