Terça, 28 Janeiro 2014 00:32

O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), acompanhado do presidente da Seccional do Amapá da Ordem do Advogados do Brasil, Paulo Campelo, fez uma vista às dependências do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).
A visita das duas autoridades aconteceu às 15h, e teve como objetivo avaliar as condições de segurança ofertadas pelo lugar, bem como a situação de apenados.
Recentemente, Randolfe, membro da Comissão de Direitos Humanos do Senado, esteve no estado do Maranhão inspecionando o Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
“Precisamos tomar como exemplo o que aconteceu no Maranhão e evitar que o Amapá passe por situação seme-lhante. Lá existem braços de facções criminosas poderosas que ameaçam a segurança de todo o Brasil”, afirmou o senador, após a visita.
O Iapen tem sido alvo de muitas fugas de detentos, o que tem amedrontado a população. As fugas mais recentes ocorreram nos dias 15, 27 e 31 de dezembro do ano passado, além da fuga ocorrida no último dia 17 de janeiro.
Nas emana passada, a Comissão de Direitos Humanos da OAB-AP também visitou a penitenciária e constatou a situação crítica em que vivem os detentos.
Randolfe Rodrigues visita Iapen
O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), acompanhado do presidente da Seccional do Amapá da Ordem do Advogados do Brasil, Paulo Campelo, fez uma vista às dependências do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).
A visita das duas autoridades aconteceu às 15h, e teve como objetivo avaliar as condições de segurança ofertadas pelo lugar, bem como a situação de apenados.
Recentemente, Randolfe, membro da Comissão de Direitos Humanos do Senado, esteve no estado do Maranhão inspecionando o Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
“Precisamos tomar como exemplo o que aconteceu no Maranhão e evitar que o Amapá passe por situação seme-lhante. Lá existem braços de facções criminosas poderosas que ameaçam a segurança de todo o Brasil”, afirmou o senador, após a visita.
O Iapen tem sido alvo de muitas fugas de detentos, o que tem amedrontado a população. As fugas mais recentes ocorreram nos dias 15, 27 e 31 de dezembro do ano passado, além da fuga ocorrida no último dia 17 de janeiro.
Nas emana passada, a Comissão de Direitos Humanos da OAB-AP também visitou a penitenciária e constatou a situação crítica em que vivem os detentos.

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