Sexta, 07 Fevereiro 2014 00:33

A ocupação irregular iniciou em setembro do ano passado no distrito de Fazendinha, aproximadamente 17 quilômetros do centro da capital, e teve o processo totalmente concluído nessa quinta-feira, 6, por uma decisão judicial que determinou a reintegração de posse ao município de Macapá. Levantamentos dão conta de que no local havia em média 163 famílias.
Com um número significativo de barracas em madeira e algumas até em alvenaria, foi necessária uma grande movimentação em torno da retirada das armações. Pessoal e máquinas passaram o dia trabalhando no local para deixá-lo totalmente desocupado para futuras edificações.
No local está prevista a construção de um Centro de Convenções Municipal. A área será cedida pelo município e a execução por conta do governo do estado. O recurso destinado faz parte de uma emenda de mais de R$ 2 milhões alocados pela deputada federal Fátima Pelais.
Participaram da ação as secretarias municipais de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Semduh); de Manutenção Urbanística (Semu) e de Assistência Social e do Trabalho (Semast), além da Guarda Municipal e da Polícia Militar.
Segundo o comandante da operação da Polícia Militar, major Gerson Rocha, a retirada se deu de forma pacífica e sem grandes transtornos para a população e para o poder público. Ele explicou ainda que foi feito um trabalho anteriormente de esclarecimento com os ocupantes e, devido anteceder as informações, poucas pessoas ainda se encontravam no local.
“Estamos mantendo a ordem e a segurança de todos que estão envolvidos na ope-ração, que conta com 50 homens da Polícia Militar e 30 da Guarda Municipal”, decla-rou Gerson Rocha.
Para a titular da Semduh, Marta Barriga, a reintegração é um cumprimento de uma ação judicial. Ela aponta também que foi rea-lizada uma investigação onde se apurou que poucas famílias de fato necessitavam de moradia. Para aqueles que precisam de um lugar para morar serão disponibilizados o aluguel social até que pelos meios legais se enquadrem em um dos programas habitacionais que estão em curso.
“O município de Macapá irá trabalhar firmemente no combate à especulação imobiliária. Uma das principais medidas é evitar a ocupação irregular”, declarou a secretária Marta.
Após os trabalhos concluídos, a área deverá ser totalmente cercada para evitar novas ocupações.
Concluída desocupação de área na rodovia JK
A ocupação irregular iniciou em setembro do ano passado no distrito de Fazendinha, aproximadamente 17 quilômetros do centro da capital, e teve o processo totalmente concluído nessa quinta-feira, 6, por uma decisão judicial que determinou a reintegração de posse ao município de Macapá. Levantamentos dão conta de que no local havia em média 163 famílias.
Com um número significativo de barracas em madeira e algumas até em alvenaria, foi necessária uma grande movimentação em torno da retirada das armações. Pessoal e máquinas passaram o dia trabalhando no local para deixá-lo totalmente desocupado para futuras edificações.
No local está prevista a construção de um Centro de Convenções Municipal. A área será cedida pelo município e a execução por conta do governo do estado. O recurso destinado faz parte de uma emenda de mais de R$ 2 milhões alocados pela deputada federal Fátima Pelais.
Participaram da ação as secretarias municipais de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Semduh); de Manutenção Urbanística (Semu) e de Assistência Social e do Trabalho (Semast), além da Guarda Municipal e da Polícia Militar.
Segundo o comandante da operação da Polícia Militar, major Gerson Rocha, a retirada se deu de forma pacífica e sem grandes transtornos para a população e para o poder público. Ele explicou ainda que foi feito um trabalho anteriormente de esclarecimento com os ocupantes e, devido anteceder as informações, poucas pessoas ainda se encontravam no local.
“Estamos mantendo a ordem e a segurança de todos que estão envolvidos na ope-ração, que conta com 50 homens da Polícia Militar e 30 da Guarda Municipal”, decla-rou Gerson Rocha.
Para a titular da Semduh, Marta Barriga, a reintegração é um cumprimento de uma ação judicial. Ela aponta também que foi rea-lizada uma investigação onde se apurou que poucas famílias de fato necessitavam de moradia. Para aqueles que precisam de um lugar para morar serão disponibilizados o aluguel social até que pelos meios legais se enquadrem em um dos programas habitacionais que estão em curso.
“O município de Macapá irá trabalhar firmemente no combate à especulação imobiliária. Uma das principais medidas é evitar a ocupação irregular”, declarou a secretária Marta.
Após os trabalhos concluídos, a área deverá ser totalmente cercada para evitar novas ocupações.

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