Sexta, 07 Fevereiro 2014 00:35

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou, em reunião pública da diretoria, ainda em novembro do ano passado, o índice de 28,67% de reajuste tarifário da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). O índice passou a ter eficácia a partir do fim daquele mês.
Em entrevista ao programa Luiz Melo Entrevista, da Rádio Diário FM 90.9, o presidente da CEA, Francisco Almendra (foto), esclareceu que não foi a companhia que tomou a decisão de reajuste de tarifa. O aumento foi esta-belecido pela Aneel. “Como somos uma concessionária de energia elétrica regulada por essa Agência, estamos sujeitos às regras e determinações dela”, destacou.
O reajuste pretendeu zerar perdas de dez anos sem aumento da tarifa de energia elétrica. Assim, a tarifa cobrada no estado do Amapá é a menor do Brasil.
Com o reajuste, o impacto na conta do consumidor de baixa renda com consumo até 30 kWh foi de R$ 0,58; consumo de 31 a 100 kWh, R$ 3,31; e consumo de 101 a 220 kWh teve impacto na conta de R$ 10,92.
Durante mais de dez anos a CEA vinha acumulando sucessivos prejuízos, por falta de pagamento de encargos do setor elétrico. Segundo Almendra, isso ocorreu por conta da inadimplência em que estava mergulhada a companhia.
“Portanto, durante todos esses anos, não foi possível praticar os reajustes medidos pela Aneel. Então, estamos aos poucos tentando recuperar esses dez anos perdidos por falta de condições da empresa em praticar o reajuste que seria devido”, disse o presidente Francisco Almendra, acrescentando que o índice de 28,67% não será revisto antes do fim do corrente ano.
Perguntado se não haveria um meio da Companhia de Eletricidade do Amapá impedir o impacto do reajuste sobre o consumidor, através de um abate em relação ao ICMS, o presidente da CEA disse que isso poderia ocorrer, mas dependeria de acordo com o governo do estado. Também abordado acerca do assunto, o governador Camilo Capiberibe disse que a ideia poderia ser discutida para uma tomada de decisão.
Apesar do aumento de 28,67%, tarifa de energia elétrica ainda é a mais barata
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou, em reunião pública da diretoria, ainda em novembro do ano passado, o índice de 28,67% de reajuste tarifário da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). O índice passou a ter eficácia a partir do fim daquele mês.
Em entrevista ao programa Luiz Melo Entrevista, da Rádio Diário FM 90.9, o presidente da CEA, Francisco Almendra (foto), esclareceu que não foi a companhia que tomou a decisão de reajuste de tarifa. O aumento foi esta-belecido pela Aneel. “Como somos uma concessionária de energia elétrica regulada por essa Agência, estamos sujeitos às regras e determinações dela”, destacou.
O reajuste pretendeu zerar perdas de dez anos sem aumento da tarifa de energia elétrica. Assim, a tarifa cobrada no estado do Amapá é a menor do Brasil.
Com o reajuste, o impacto na conta do consumidor de baixa renda com consumo até 30 kWh foi de R$ 0,58; consumo de 31 a 100 kWh, R$ 3,31; e consumo de 101 a 220 kWh teve impacto na conta de R$ 10,92.
Durante mais de dez anos a CEA vinha acumulando sucessivos prejuízos, por falta de pagamento de encargos do setor elétrico. Segundo Almendra, isso ocorreu por conta da inadimplência em que estava mergulhada a companhia.
“Portanto, durante todos esses anos, não foi possível praticar os reajustes medidos pela Aneel. Então, estamos aos poucos tentando recuperar esses dez anos perdidos por falta de condições da empresa em praticar o reajuste que seria devido”, disse o presidente Francisco Almendra, acrescentando que o índice de 28,67% não será revisto antes do fim do corrente ano.
Perguntado se não haveria um meio da Companhia de Eletricidade do Amapá impedir o impacto do reajuste sobre o consumidor, através de um abate em relação ao ICMS, o presidente da CEA disse que isso poderia ocorrer, mas dependeria de acordo com o governo do estado. Também abordado acerca do assunto, o governador Camilo Capiberibe disse que a ideia poderia ser discutida para uma tomada de decisão.

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