A diretoria da
Ordem dos Advogados do Amapá (OAB/AP) criou Comissão que avaliará a
representação protocolada pelo juiz federal João Bosco da 2ª Vara
Federal do Amapá, sobre a autuação da Promotoria de Justiça do Meio
Ambiente junto a mineradoras, Ministério Público Estadual e Federal
referentes aos Termos de Ajustamento de Conduta (TAC´s) firmados em
2007, cujos valores acabaram caindo em contas pessoais.
De
acordo com o vice-presidente da OAB/AP, Paulo Campelo, os membros da
Ordem decidiram que o processo seria desmembrado, sendo que um deve
tratar somente das questões que envolvem os advogados e o outro, os
membros do Ministério Público Estadual.
Na
ação protocolada pelo juiz federal João Bosco, denúncias dão conta um
grave esquema que rege a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta
(TAC), firmado pelo Ministério Público Estadual em 2007, que assegurou à
mineradora MMX licença ambiental para operar no estado sob a condição
de repassar R$ 6 milhões para reduzir impactos ambientais.A
representação também foi encaminhada ao Conselho Federal da Ordem dos
Advogados do Brasil, com pedido de que fosse instaurado um processo de
investigação sobre os Termos de Ajustamento de Conduta firmados entre a
mineradora, Ministério Público do Estado e da União.
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