| Estado, Município e União
discutem
domínio
de terras |
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Iniciadas
em 2008, as
negociações
extrajudiciais
em torno de áreas
do sítio
do Aeroporto
Internacional
de Macapá,
que tem 12
milhões
de metros quadrados,
no centro de
Macapá,
alcançaram
um estágio
significativo,
mas têm
sofrido paralisias
recentes que,
para os representantes
do Amapá na
mesa de negociação,
sinalizam má vontade
de alguns setores
dos órgãos
federais.
Até mesmo
o ministro
Wagner Bittencourt
afirmou, pelo
menos três
vezes durante
a reunião,
que está há um
ano e meio à frente
da Secretaria
de Aviação
Civil (SAC),
está cansado
com o impasse
e quer solucioná-lo
rapidamente,
em acordo com
o que pretendem
a prefeitura
de Macapá e
o governo do
Estado. "Eu
pensei que
estivéssemos
num estágio
mais avançado
para o acordo",
protestou o
ministro aos
técnicos
federais.
O governador
Camilo Capiberibe
sentou à mesa
com o ministro
Bittencourt
nesta quarta,
19, para acertar
uma solução
definitiva
para a área.
Participaram
ainda do encontro
o senador João
Alberto Capiberibe
e os deputados
federais Bala
Rocha e Janete
Capiberibe.
O secretário
Sérgio
La Rocque (Transportes)
e o representante
da prefeitura
de Macapá,
Alberto Góes,
também
apontaram soluções
para o impasse.
O governador
Camilo apresentou
um vídeo
mostrando o
estrangulamento
do tráfego
entre as zonas
Norte e Sul,
possível
apenas por
uma via, argumentando
para a necessidade
premente das áreas
pedidas pelo
Governo do
Estado à Infraero
para melhorar
a fluidez do
tráfego
entre as duas
regiões
da capital.
Área
em disputa
Nesta
quarta, 19,
a reunião
foi encerrada
por que a SAC
considera parte
do bairro Pacoval,
consolidado
há mais
de 40 anos,
como área
do sítio
aeroportuário,
ignora os limites
entre o Canal
do Jandiá e
o Bairro Pacoval,
além
não
atender a necessidade
do governo
do Estado de
construir uma
nova ligação
com a zona
Norte, pela
Avenida Janary
Nunes e Rua
Floriano Waldeck.
A alegação é que
a área
pretendida
para a construção
da pista, sem
edificações
comerciais
ou residenciais,
fica na rampa
de aproximação
da cabeceira.
Termo
A cessão
das áreas
onde está o
Bairro Alvorada
2 e onde está sendo
construída
a rodovia Norte-Sul
está pacificada.
Tanto o governo
do estado quanto
a prefeitura
manifestaram
a vontade de
assinar o termo
sobre os segmentos
já acordados,
condição
que não
foi aceita
pela SAC, pelo
menos até a
próxima
reunião
técnica
entre os órgãos
federais que
deverá eliminar
as arestas
surgidas na última
reunião.
O governador
Camilo Capiberibe
afirmou que
realocará os
moradores dos
locais inadequados
do Canal do
Jandiá para
parte das 4,3
mil unidades
habitacionais
que estão
sendo construídas
pelo Governo
do Amapá dentro
do Programa
Minha Casa
Minha Vida,
que integra
o conjunto
de ações
do ProAmapá,
tendo os critérios
acertados no
Acordo. O representante
da prefeitura
de Macapá,
Alberto Góes,
disse que o
Executivo municipal
proporá à Câmara
de Vereadores
a alteração
do plano diretor
da cidade para
limitar a
altura das
edificações
na rampa de
aproximação
da cabeceira.
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MP denuncia suposta quadrilha chefiada
por ex-delegado
geral |
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O delegado
Paulo César
Cavalcante
Martins (ex-delegado
geral de polícia)
e mais sete
pessoas, entre
servidores
públicos
e empresários,
responderão
por formação
de quadrilha,
peculato e
fraude em licitação.
A denúncia
da Promotoria
de Investigações
Cíveis,
Criminais e
de Defesa da
Ordem Tributária
(PICC) é resultado
do Inquérito
Policial 005/2012
da Corregedoria
Geral da Polícia
Civil.
Os denunciados
são
acusados de
montar esquema
para contratar
a empresa Asa
Norte Consultoria
e Empreendimentos
LTDA por R$
263.701,52
para ministrar
curso de formação
aos delegados
aprovados no último
concurso público
realizado pela
instituição.
De acordo com
o promotor
Eder Abreu,
o delegado
Paulo Cesar
Martins firmou
o contrato
014/2010 entre
a DGPC e a
referida empresa,
sem licitação,
sob pretexto
de se tratar
de empreendimento
idôneo
e com ampla
experiência
em formação
de pessoal. "Tudo
não
passara de
uma farsa,
como comprovaremos
adiante",
declara o promotor.
As investigações
revelam que
o denunciado
Carlos Augusto
Pereira Junior,
advogado que
atuava como
assessor jurídico
da Polícia
Civil elaborou
parecer pela
inexigibilidade
de licitação
alegando notória
especialização
dos ministradores
do curso. "Entretanto,
todos os professores
e monitores
eram funcionários
públicos,
em sua maioria
do quadro de
pessoal da
própria
polícia
civil, que
sequer poderiam
receber pelo
serviço
em horário
de expediente",
explica Eder
Abreu.
O inquérito
revela ainda
que o contrato
firmado entre
a Polícia
Civil e a empresa
Asa Norte tinha
como objeto,
basicamente,
o fornecimento
de materiais
de escritório,
limpeza e locação
de veículos. "Conclui-se
então
que a inexigibilidade
de licitação
estava fundamentada
em argumentos
inexistentes,
contrários
a legislação
e não
passava de
mais uma fase
do esquema
criminoso",
relata o promotor.
Mando
O delegado
Ernane Soares
Ferreira, ex-chefe
de polícia
da Capital
também
está sendo
denunciado.
Ele certificava
e autorizava
o pagamento
em benefício
da empresa.
A primeira
parcela no
valor de R$
50 mil, por
exemplo, foi
paga no dia
28 de julho
de 2010, dois
meses antes
do início
do curso de
formação,
que só iniciaria
em outubro
daquele ano. "Tudo
feito absolutamente
em desacordo
com o contrato
firmado junto à instituição,
cujo pagamento
deveria ser
efetuado somente
após
a prestação
do serviço",
relata a Promotoria.
Outros fatos
graves são
relevados no
inquérito
que sustenta
a denuncia
do MP. A empresa
Asa Norte,
ao ser notificada,
apresentou
notas fiscais
de compras
de equipamentos
para aplicação
de teste psicotécnico,
que já havia
sido realizado
pela Secretaria
de Administração
do Estado (Sead).
Apresentou
ainda notas
fiscais de
aquisição
de "alvos
para tiro".
No entanto,
fica comprovado
na denúncia
que tais equipamentos,
bem como as
munições
foram todos
fornecidos
pela Secretaria
de Segurança
Pública.
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Promotoria detalha como funcionava
o esquema
dentro da
polícia |
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Os pagamentos
efetuados
na conta
da empresa
eram
imediatamente
sacados
e depositados
na conta
de funcionários
públicos,
através
de cheques
de pequeno
valor
e, em
outros
casos,
a Promotoria
concluiu
que se
utilizava
dos chamados
laranjas. "A
quadrilha
se utilizava
do domínio
do fato,
em que
cada
um dos
integrantes
realizava
uma tarefa
específica
e necessária
para
a concretização
de todos
os crimes
almejados",
explica
a promotora
Andrea
Guedes.
Modus
Operand
Paulo César
Cavalcante
Martins. Assinou
diversos documentos
e, como chefe
de polícia,
autorizou o
pagamento de
um contrato
antes do início.
A investigação
conseguiu provar
que, em pelo
menos duas
oportunidades,
recebeu dinheiro
público
desviado. Na
primeira delas
em 24/08/2010
no valor de
R$ 10 mil e
na segunda
oportunidade
em 25/10/2010
no valor de
R$ 5 mil.
Ernane Soares
Ferreira. Principal
organizador
da estrutura
criminosa.
Foi ele o articulador
e quem contratou
a empresa Asa
Norte, colocando
o também
denunciado
Jamil Nassif
Abdala, pessoa
da sua confiança,
para fazer
a ligação
de todo o esquema
entre a empresa
e a polícia
civil. "No
dia 20/08/2010
Jamil Abdala
trocou cheque
da empresa
de R$ 6.120,00
e na pressa
que os integrantes
tinham em receber
sua parte cometeu
um erro: depositou
imediatamente
na conta do
denunciado
Ernane Soares
o valor de
R$ 4 mil, cuja
movimentação
ficou registrada
na fita do
caixa do banco",
relata o promotor
Abreu.
Carlos Augusto
Pereira Júnior.
Usou da prerrogativa
funcional de
assessor jurídico
para emitir
um parecer
que tornasse
a licitação
inexigível,
e o esquema
de desvio de
dinheiro público
pudesse acontecer.
Edilamar Quaresmada
Silva. Chefe
da unidade
de contratos
e convênios
era parte fundamental
no esquema,
pois todo o
procedimento
licitatório
da polícia
civil necessariamente
deveria passar
por seu crivo.
Recebeu a quantia
de R$ 12.558,00,
por intermédio
de seu sobrinho,
também
denunciado,
Adriano Alves
Quaresma, que
trabalhava
como auxiliar
administrativo.
Gilberto Santa
Rosa Barbosa.
Na época
ocupava o cargo
de chefe do
Núcleo
Setorial de
Planejamento,
função
essencial para
que processos
licitatórios
fraudulentos
prosperassem
dentro da Polícia
Civil. Recebeu
a sua parte
do dinheiro
desviado em
cheque, no
valor de R$
10 mil depositado
em sua própria
conta corrente
no dia 25/08/2010.
|
| Camilo pede intervenção
direta de
Dilma |
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Cumprindo
agenda
de trabalho
em Brasília
(DF),
o governador
Camilo
Capiberibe
foi ao
Gabinete
Civil
da Presidência
da República
Federativa
do Brasil
onde
solicitou,
oficialmente,
o apoio
da presidenta
Dilma
Rousseff
para
que o
Ministério
das Minas
e Energia
(MME)
dê andamento
no processo
de federalização
da Companhia
de Eletricidade
do Amapá (CEA).
O documento,
encaminhado
na tarde
de quarta-feira,
19, pede
agendamento
para assinatura
do protocolo
de intenções
que vai dar
início à transferência
do controle
acionário
da estatal
amapaense
para a União.
A expectativa é de
que a solicitação
feita de
agendamento
para o dia
25 da assinatura
do protocolo
de intenções
para a federalização
da CEA seja
atendida.
Documento
similar foi
protocolado
pelo governo
junto ao
MME solicitando
o mesmo apoio
para o agendamento,
além
de esclarecer
outros pontos
abordados
pelo ministro
Edison Lobão
em ofícios
encaminhados à bancada
federal do
Amapá,
no dia 17.
O passo a
passo para
chegar ao
entendimento
de que federalizar
era o melhor
caminho para
a Companhia,
e citação
da documentação
que comprova
o fato de
que a CEA
e o GEA não
foram convidados
para se fazer
representar
em reunião
para tratar
do suprimento
de energia
para o Estado
constam no
ofício
entregue
no Ministério.
Nos teor
dos ofícios
consta o
relato cronológico
dos procedimentos
adotados
pela CEA
com apoio
do governador
Camilo, desde
o início
do seu mandato
no Poder
Executivo,
para encontrar
uma solução
definitiva
para a situação
de endividamento
da Companhia.
"
Fizemos questão
de citar
toda a documentação
comprobatória
com registro
das nossas
ações
junto à União
numa demonstração
clara de
que todos
os esforços
foram feitos
pelo governo
e CEA, tanto
no campo
técnico
quanto no
campo político,
onde fomos
buscar e
passamos
a contar
com o apoio
de toda a
bancada federal",
esclareceu
o presidente
José Ramalho.
|
| Assembleias Legislativas poderão
ter podereres
ampliados |
|
|
Começou
a tramitar
no Senado
Federal,
Proposta
de Emenda à Constituição
que amplia
a competência
legislativa
dos estados
da Fe-deração.
A proposta,
ainda sem
número,
foi lida
em Plenário,
e tem como
signatários
os presidentes
de 15 assembleias
legislativas
do país.
Além
da AL do
Amapá -
que enfrenta
uma série
crise política
movida por
uma série
de escândalos
de corrupção
e desvio
de recursos
- ainda são
signatários
as AL's do
Acre, Ceará,
Distrito
Federal,
Espírito
Santo, Goiás,
Minas Gerais,
Pará,
Paraná,
Piauí,
Rio de Janeiro,
Roraima,
Rondônia,
Santa Catarina
e São
Paulo.
A PEC altera
os artigos
22, 24, 61
e 220 da
Constituição
que tratam,
principalmente,
das matérias
de competência
da União,
do Congresso
Nacional
e dos estados.
A matéria
será analisada
inicialmente
pela Comissão
de Constituição,
Justiça
e Cidadania
(CCJ).
Em junho
deste ano,
representantes
do Colegiado
de Presidentes
das Assembleias
Legislativas
(Cpal) e
o presidente
da Assembleia
Legislativa
de Minas
Gerais, deputado
Dinis Pinheiro
(PSDB), estiveram
no Senado
para apresentar
a proposta
ao presidente
José Sarney.
Os deputados
estaduais
argumentam
que ao ampliar
a competência
dos Legislativos
estaduais,
eles poderão
atuar em
assuntos
mais próximos
da realidade
dos estados.
As mudanças
propostas
na PEC auto-rizam
as assembleias
legislativas
a tratar
de temas
como direito
processual,
assistência
social, trânsito
e transporte,
que deixam
de ser de
competência
privativa
da União
e passam
a ser de
competência
concorrente
da União,
estados e
Distrito
Fe-deral.
Também
passam a
ter o mesmo
tratamento
leis sobre
licitação
e contratação,
e diretrizes
e bases da
educação
nacional.
As novas
regras permitirão,
por meio
de proposta
da maioria
dos membros
de qualquer
das Casas
do Congresso
Nacional,
a apresentação
de projeto
de lei que
trate de
matéria
de iniciativa
privativa
do presidente
da República.
Permaneceria
reservada
ao Executivo
a iniciativa
relativa
a questões
de natureza
orçamentária
e de sua
organização
interna.
A PEC modifica
ainda o artigo
220 da Constituição
para eliminar
a competência
exclusiva
do Congresso
Nacional
na regulação
de diversões
e espetáculos
públicos
e para estabelecer
os meios
legais que
garantam à pessoa
e à família
a possibilidade
de se defenderem
de programas
ou programações
de rádio
e televisão
que contrariem
princípios
constitucionais,
ou se defenderem
da propaganda
de produtos,
práticas
e serviços
que possam
ser nocivos à saúde
e ao meio
ambiente.
|
| Fraudador do Incra é condenado
a doze anos
de prisão |
|
|
Aroldo
Marques
Rodrigues,
ex-servidor
do Instituto
Nacional
de Colonização
e Reforma
Agrária
(Incra),
foi condenado
a 12 anos
de prisão
e à perda
do cargo.
A pena é resultado
dos crimes
de peculato,
falsidade
ideológica
e falsificação
de documento
público.
A sentença
da Justiça
Federal é resultado
de denúncia
do Ministério
Público
Federal
no Amapá (MPF/AP)
formulada
em 2006.
Entre 2000
e 2001, o
então
servidor
do setor
de titulação
do Incra,
falsificou
documentos
públicos,
comprovantes
de banco
e assinaturas
de superintendentes
da autarquia.
Aroldo Rodrigues
promovia
as fraudes
para se apropriar
dos valores
que cobrava
pela titulação
das terras.
Nos autos
do processo,
consta que
a conduta
do ex-servidor
foi repetida
diversas
vezes. Por
título,
ele cobrava
cerca de
R$8 mil. Às
vítimas,
apresentava
comprovante
bancário
e documento
de posse
da terra
falsificados.
Durante investigação,
descobriu-se
que nenhum
depósito
referente
a esse serviço
havia sido
depositado
na conta
do Incra.
Constatou-se,
ainda, que
a assinatura
dos superintendentes
da autarquia
era falsa.
Além
da perda
do cargo
e da pena
de prisão
a ser cumprida,
inicialmente,
em regime
fechado,
Aroldo Rodrigues
foi condenado
ao pagamento
de 122 dias-multa.
Cada dia
equivale
a 1/30 do
valor do
salário
mínimo
vigente ao
tempo do
crime. O
réu
pode recorrer
da sentença
em liberdade.
|
| Macapá sedia conferência
sobre desenvolvimento
regional |
|
|
É iniciada
hoje, 20,
para ser
levada até 22,
sábado,
a I Conferência
Estadual
de Desenvolvimento
Regional
do Amapá (CEDR/AP)
que entre
outros pontos
busca formular
propostas
de princípios
e diretrizes
para as políticas
estadual,
macrorregional
e nacional
de desenvolvimento
regional;
Para garantir
a execução
da conferência,
a Escola de
Administração
Pública
do Amapá (EAP)
realizou nessa
quarta-feira,
19, uma capacitação
para a equipe
que vai conduzir
as atividades
do evento.
A capacitação
foi aplicada
para 30 servidores
que fazem parte
das instituições
membros da
Comissão
Organizadora
Estadual (COE)
e da Coordenação
Executiva,
os quais desenvolverão
as funções
de colaboradores – credenciadores,
facilitadores,
comissão
de eleição
e relatoria
da I Conferência
Estadual de
Desenvolvimento
Regional do
Amapá.
De acordo com
a diretora
da Escola de
Administração
Pública,
Izabel Cambraia,
os colaboradores
capacitados
devem atuar
na comissão
responsável
pela condução
metodológica
da CEDR, tendo
como atribuição
direta o credenciamento,
controle de
frequência
e participação,
facilitação
dos grupos
de trabalhos
para construção
dos princípios
e diretrizes,
priorização,
escolha dos
delegados e
relatório
final.
A servidora
da EAP, Yollanda
Sousa, destaca
que a capacitação
propõe
uma simulação
da confe-rência
para que os
colaboradores
entendam de
que forma vai
ocorrer esse
processo participativo.
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