suspeitos
Homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) prenderam na tarde de ontem, 20, na zona norte de Macapá, mais dois suspeitos de envolvimento na morte do batedor de açaí Ricardo Correa Alves, 52 anos, que fora assassinado com dois tiros durante um assalto ocorrido na noite de 1º de setembro passado quando ele chegava a sua casa localizada no bairro Novo Horizonte.

De acordo com o tenente PM Oliveira do Bope - que comandou a prisão dos suspeitos - os policiais já vinham investigando o caso. Uma denúncia anônima levou a equipe de Rotam até a casa de um menor de 17 anos (J.W.S.C.) que estava homiziado no bairro Infraero I.
Com ele os policiais encontraram um revólver calibre 38 que pode ter sido usado no crime. Segundo Oliveira, a arma foi roubada de uma empresa de segurança em Belém (PA). O menor delatou o comparsa, Jhonatan Machado de Abreu, 20 anos, que foi preso em um imóvel no bairro Jardim Felicidade II.

Ambos foram apresentados por volta de 15h na Seccional de Flagrantes do Pacoval onde o delegado Celso Pacheco recebeu a arma apreendida e os dois suspeitos. "Pelo que já foi apurado esses dois elementos e um outro que morreu em confronto com a polícia foram os responsáveis pelo crime de latrocínio. Agora cabe à polícia judiciária dar o direcionamento que o caso requer", concluiu o tenente do Bope. (Reportagem - Neuciane Lima)

 
Um bandido morreu em confronto com a polícia

Um dia após o assalto seguido de morte o Bope recebeu a informação de que Nilson Loiola Lima, 23 anos, o "Nilsinho", estava homiziado em uma casa localizada no bairro Malvinas, no município de Porto Grande. Duas guarnições foram para a região tentar identificar o imó-vel e prender o acusado.

Na chegada os policiais foram recebidos à bala por Nilsinho. Mais cinco pessoas estavam na casa com ele. Na refrega o acusado foi alvejado pelos policiais. Ele ainda foi socorrido, mas morreu a ca-minho do Hospital de Porto Grande. A polícia apreendeu um revólver usado por Nilsinho que teria sido o mentor do crime.

Zorro
Segundo o tenente Oliveira, Jhonatan Machado (preso ontem) foi o criminoso que escreveu nas costas da filha da vítima o nome "Allan". Além de matar a vítima, os acusados ainda torturaram a família. Para ta-tuar o nome ele usou uma faca.

O menor
J.W também agiu com truculência na noite do latrocínio. O menor já cumpriu medida socioeducativa por assalto numa unidade para menores infratores da capital.

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