fonte jornal Diario Do Amapá Quarta, 18 Dezembro 2013 00:57
Os advogados de Berner, Flávio Alencar e Osny Brito Jr. defenderam a tese de autoria de crime sem intenção de matar, e alegaram que seu cliente não queria matar a menor - que o tiro foi acidental.
Os jurados não acreditaram na tese dos advogados porque o acusado desferiu cinco tiros na direção da casa da vítima, sendo que uma das balas atingiu a garota pelas costas.
Entenda o caso
Na tarde do dia 30 de setembro de 2012, Berner Pantaleão passou em frente à casa da vítima, na Rua Secundino Campos (Nova Esperança), por volta das 17h, rumando para uma área deserta atrás da sede da AERC, com o intuito de fumar maco-nha, segundo a acusação.
Algumas pessoas estavam em frente à casa (inclusive a menor Érika), e alguém fez comentários sobre o suposto motivo de Berner ir ao matagal da AERC: fumar droga.
Na volta, Berner foi tirar sa-tisfação com as pessoas e acabou ofendendo com palavras de baixo calão e adjetivos pejorativos a mãe de Érika, Dona Deuzuith Picanço Lobo, chamando-a de “negra” e “prostituta”.
A mulher se ofendeu e contou o caso para o filho, Caio, que ao chegar em casa resoolveu ir atrás de Berner tirar a história a limpo. Encontrou o dito cujo no “Bar do Louro”. Ato contínuo: os dois começaram a bater-boca.
Berner correu a uma casa próxima onde havia escondido um revólver e, com ele, foi à casa de Caio. Ao chegar ao local, sacou da arma e disparou contra o desafeto, além de desferir disparos (cinco ao todo) para o interior da residência.
Uma das balas atingiu as costas de Érika, que foi socorrida e lavada ao Hospital de Emergências, mas morreu horas depois.
Berner fugiu numa mototáxi, mas foi perseguido de carro pelo esposo de Dona Deuzuith, que atende pelo sobrenome de “Picanço”.
Próximo do aeroporto, Berner deixou a moto e jogou-se num lago, onde foi capturado por populares e entregue à polícia. Desde então, encontra-se preso no Iapen, para onde retornou após o julgamento. Os advogados vão recorrer da sentença.
Matador de menor pega 16 anos de reclusão
Por 4 votos a zero o homicida Berner Pantaleão Dias (23 anos) foi condenado ontem a 16 anos de reclusão em regime fechado, pelo Tribunal do Júri, em julgamento que iniciou às 8h da manhã e acabou às 17h30, no Fórum de Macapá.
Berner matou com um tiro (pelas costas) a menor Érika das Graças Lobo dos Santos (na época do crime, com 7 anos de idade), em frente à casa dela, no bairro Nova Esperança. O crime ocorreu na tarde do dia 30 de setembro de 2012 (domingo), durante discussão com os parenets da vítima.
Berner matou com um tiro (pelas costas) a menor Érika das Graças Lobo dos Santos (na época do crime, com 7 anos de idade), em frente à casa dela, no bairro Nova Esperança. O crime ocorreu na tarde do dia 30 de setembro de 2012 (domingo), durante discussão com os parenets da vítima.
Os advogados de Berner, Flávio Alencar e Osny Brito Jr. defenderam a tese de autoria de crime sem intenção de matar, e alegaram que seu cliente não queria matar a menor - que o tiro foi acidental.
Os jurados não acreditaram na tese dos advogados porque o acusado desferiu cinco tiros na direção da casa da vítima, sendo que uma das balas atingiu a garota pelas costas.
Entenda o caso
Na tarde do dia 30 de setembro de 2012, Berner Pantaleão passou em frente à casa da vítima, na Rua Secundino Campos (Nova Esperança), por volta das 17h, rumando para uma área deserta atrás da sede da AERC, com o intuito de fumar maco-nha, segundo a acusação.
Algumas pessoas estavam em frente à casa (inclusive a menor Érika), e alguém fez comentários sobre o suposto motivo de Berner ir ao matagal da AERC: fumar droga.
Na volta, Berner foi tirar sa-tisfação com as pessoas e acabou ofendendo com palavras de baixo calão e adjetivos pejorativos a mãe de Érika, Dona Deuzuith Picanço Lobo, chamando-a de “negra” e “prostituta”.
A mulher se ofendeu e contou o caso para o filho, Caio, que ao chegar em casa resoolveu ir atrás de Berner tirar a história a limpo. Encontrou o dito cujo no “Bar do Louro”. Ato contínuo: os dois começaram a bater-boca.
Berner correu a uma casa próxima onde havia escondido um revólver e, com ele, foi à casa de Caio. Ao chegar ao local, sacou da arma e disparou contra o desafeto, além de desferir disparos (cinco ao todo) para o interior da residência.
Uma das balas atingiu as costas de Érika, que foi socorrida e lavada ao Hospital de Emergências, mas morreu horas depois.
Berner fugiu numa mototáxi, mas foi perseguido de carro pelo esposo de Dona Deuzuith, que atende pelo sobrenome de “Picanço”.
Próximo do aeroporto, Berner deixou a moto e jogou-se num lago, onde foi capturado por populares e entregue à polícia. Desde então, encontra-se preso no Iapen, para onde retornou após o julgamento. Os advogados vão recorrer da sentença.
Publicado em Polícia

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